sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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Aqui Idade contemporânea  Século Vinte



11-11-11

Convém lembrar o dia, o mês, o resto do ano dois mil e. Só à laia de passagem de ano.

Subi a avenida e junto ao Infante olhei a bisarma do Liceu. Foi lá que fui, em busca dos velhos relatórios. Talvez por isso, não me surpreendeu a mudança, nem o branco. Parece-me muito melhor o ar de conforto dos espaços

sábado, 5 de novembro de 2011

céu de estrelas

a noite apetece ali na estação, paralelos seguem os carris e brilham quanto tempo  sozinhos. Pedaços de conversas colam-se-me na cabeça. Jovens homens. Falam de trabalho temporário. Pagos 480€ fora de tempo atrasado pois. De mil e duzentos € fica a parcela da preocupação. E o que nem recebeu ainda recibo, e diz-lhe o pai... palavras que perco, caminhando no cais.
Deviam estar a rir estes moços, de piadolas de homem, ao menos ter colados os olhos ao Olhanense-Porto, ainda a zero. Ali no bar intercidades. Não dá para acreditar, os rostos masculinos olham-se uns aos outros esquecidos da Bola. A vida está coisa séria, medonha.
Noite sem estrelas hoje, só no coração das gentes...    

terça-feira, 1 de novembro de 2011

segunda-feira à tarde

conversas de chá com bicho-lagarto sobre o ciclo de cinema francês


Mr. Mihaileanu noted that the release of his film coincides with the massive protests of the Arab Spring. “Revolution isn’t just about the political movement on the streets,” he said, “but how things are at home — and how customs and attitudes need to be shaken up. To have real social equality, democracy has to happen in the home. This is where it starts, and this was my pleasure making the film — getting inside another world.”